Sou como a lua,

tenho fases

em que falo prá dentro,

outras em que

me expando, eufórica,

e algumas em que desapareço,

para depois renascer,

cheia de viço e esperança...

Sou uma velha lua criança.

(Dare)


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Créditos

:: Postado por Dare às 01h28

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"A paz é um acordo interior do Espírito com a alma.

 Isso traz um sentimento que nos inspira a não causar danos e ofensas

 a qualquer criatura do Universo.

 A verdadeira Paz transcende a compreensão humana

 e sintoniza todos os seres com a harmonia universal.

 Quanto mais nos sintonizamos com a paz,

 mais radiante se torna a nossa vida".
Cristo é a minha paz, a paz que excede todo o entendimento.
Deus é Paz, Deus é Amor, Deus é meu Pai,

 eu sou sua filha, sou uma alma cheia do amor de meu Pai,

 cheia da paz de meu Pai, cheia da luz de meu Pai.
Há um centro bem íntimo em todos nós,

onde a Verdade habita plenamente...


E, "conhecer",
consiste mais em abrir um caminho
por onde o esplendor aprisionado possa escapar,
do que em sair à procura de uma luz
que se supõe estar do lado de fora.

:: Postado por Dare às 01h26

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Me aguarde, cara Zélia...

:: Postado por Dare às 22h06

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Pois é, um novo ano se aproxima!

Peço a Deus que me ilumine e me dê

a leveza de espírito necessária

para que eu possa, ao mesmo tempo voar livremente

mas sempre sabendo que estou nas Suas Mãos amorosas!

Para 2008, peço, principalmente, sabedoria de viver!

E uma dependente confiança em meu Pai!

O mais, sei que Ele cuidará!

:: Postado por Dare às 00h02

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Saudade de vocês...

:: Postado por Dare às 18h29

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Reminiscências.........

 

Lembra quando cortei, com tesourinha,

 

os meus cachinhos louros?

 

 E de como você chorava e eu ria? 

 

Ah.. minha mamãe, como eu queria 

 

Que você estivesse comigo, 

 

 aqui, neste momento!... 

 

Mas a sua cadeira, agora, está vazia 

 

e, em vez da sua voz, 

 

escuto a voz do vento... 

 

(Dare)

:: Postado por Dare às 18h22

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Fizeram a gente acreditar que amor mesmo,

 amor pra valer, só acontece uma vez,

 geralmente antes dos 30 anos.

 Não contaram pra nós

 que amor não é acionado

 nem chega com hora marcada.

Fizeram a gente acreditar

 que cada um de nós

 é a metade de uma laranja,

 e que a vida só ganha sentido

 quando encontramos a outra metade.

Não contaram que já nascemos inteiros,

 que ninguém em nossa vida

 merece carregar nas costas

 a responsabilidade de completar o que nos falta:

 a gente cresce através da gente mesmo.
Se estivermos em boa companhia,

 é só mais agradável.

Fizeram à gente acreditar

 numa fórmula chamada "dois em um",

 duas pessoas pensando igual, agindo igual,

 que isso era que funcionava.

 Não nos contaram

 que isso tem nome: anulação.

Que só sendo indivíduos

 com personalidade própria

 é que poderemos ter uma relação saudável.

Fizeram a gente acreditar

 que casamento é obrigatório

 e que desejos fora de hora

 devem ser reprimidos.

Fizeram a gente acreditar

 que os bonitos e magros são mais amados,

 que os que transam pouco são caretas,

 que os que transam muito não são confiáveis,

 e que sempre haverá um chinelo velho

 para um pé torto. Só não disseram

 que existe muito mais cabeça torta do que pé torto.

Fizeram a gente acreditar

 que só há uma fórmula de ser feliz,

 a mesma para todos,

 e os que escapam dela

 estão condenados à marginalidade.

Não nos contaram

 que estas fórmulas dão erradas,

 frustram as pessoas, são alienantes,

 e que podemos tentar alternativas.

Ah, também não contaram

 que ninguém vai contar

 isso tudo para gente.

Cada um vai ter que descobrir sozinho.

{desconheço autor)

:: Postado por Dare às 15h43

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Estou ficando expert em domingos desertos...

:: Postado por Dare às 15h08

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Quando resgatarmos a nossa inocência,

  então veremos a Deus!

 

:: Postado por Dare às 20h46

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Texto de Paulo Coelho sobre a morte de João Hélio
Por quem os sinos dobram


"Então estamos nos aproximando cada vez mais do Mal Absoluto. Quando rapazes, em pleno controle de suas faculdades mentais, são capazes de arrastar um menino pelas ruas de uma cidade, isso não é apenas um ato isolado: todos nós, em maior ou menor escala, somos culpados.

Somos culpados pelo silêncio que permitiu que a situação em nossa cidade chegasse a este ponto.

Somos culpados porque vivemos em uma época de “tolerância”, e perdemos a capacidade de dizer NÃO.

Somos culpados porque nos horrorizamos hoje, mas nos esquecemos amanhã, quando há outras coisas mais importantes para fazer e para pensar.

Somos os olhos que viram o carro passar, o medo que nos impediu de telefonar para a polícia. Somos a polícia, que recebeu alguns telefonemas através do número 190, e demorou para reagir, porque o Mal Absoluto parece já não pedir urgência para nada. Somos o asfalto por onde se espalharam os pedaços de corpo e os restos de sonhos do menino preso ao cinto de segurança.

A cada dia uma nova barbárie, em maior ou menor escala. A cada dia algum protesto, mas o resto é silêncio. Estamos acostumados, não é verdade?

Muitos séculos atrás, John Donne escreveu: “nenhum homem é uma ilha, que se basta a si mesma. Somos parte de um continente; se um simples pedaço de terra é levado pelo mar, a Europa inteira fica menor. A morte de cada ser humano me diminui, porque sou parte da humanidade. Portanto, não me perguntem por quem os sinos dobram: eles dobram por ti.”

Na verdade, podemos pensar que os sinos estão tocando porque o menino morreu, mas eles dobram mesmo é por nós. Tentam nos acordar deste cansaço e torpor, desta capacidade de aceitar conviver com o Mal Absoluto, sem reclamar muito – desde que ele não nos toque...

Mas não somos uma ilha, e a cada momento perdemos um pouco mais de nossa capacidade de reagir. Ficamos chocados, assistimos às entrevistas, olhamos para nossos filhos, pedimos a Deus que nada aconteça conosco. Saímos para o trabalho ou para a escola olhando para os lados, com medo de crianças, jovens, adultos. Entra ano, sai ano, mudam-se governos, e tudo apenas piora. O que dizer? Que palavra de esperança posso colocar aqui nesta coluna?
Nenhuma.
Talvez apenas pedir que os sinos continuem tocando por nós. Dia e noite, noite e dia, até que já não consigamos mais fingir que não estamos escutando, que não é conosco, que estas coisas se passam apenas com os outros. Que estes sinos continuem dobrando, sem nos deixar dormir, nos obrigando a ir até a rua, parar o trânsito, fechar as lojas, desligar as televisões, e dizer: “basta. Não agüento mais estes sinos. Preciso fazer alguma coisa, porque quero de volta a minha paz”. Neste momento, entenderemos que embora culpemos a polícia, os assaltantes, o silêncio, os políticos, o hábito, apenas nós podemos parar estes sinos.
Nosso poder é muito maior do que pensamos – trata-se de entender que não somos uma ilha, e precisamos usá-lo. Enquanto isso não acontecer, o Mal Absoluto continuará ampliando seu reinado, e um belo dia corremos o risco de acreditar que ele é a nossa única alternativa, não existe outra maneira de viver, melhor ficar escutando os sinos e não correr riscos.
Não podemos deixar que chegue este dia. Não tenho fórmulas para resolver a situação, mas sou consciente de que não sou uma ilha, e que a morte de cada ser humano me diminui. Preciso parar minha cidade. Não apenas por uma hora, um dia, mas pelo tempo que for necessário. E recomeçar tudo de novo. E, se não der certo, tentar não apenas mais uma vez, mas setenta vezes. Chega de culpar a polícia, os assaltantes, as diferenças sociais, as condições econômicas, as milícias, os traficantes, os políticos...

"Eu sou a minha cidade, e só eu posso mudá-la. Mesmo com o coração sem esperança, mesmo sem saber exatamente como dar o primeiro passo, mesmo achando que um esforço individual não serve para nada, preciso colocar mãos à obra. O caminho irá se mostrar por si mesmo, se eu vencer meus medos e aceitar um fato muito simples: cada um de nós faz uma grande diferença no mundo."

 

:: Postado por Dare às 11h13

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Aqui está minha vida

 - esta areia tão clara
  com desenhos de andar

dedicados ao vento.
Aqui está minha voz -

esta concha vazia, sombra de som

 curtindo o seu próprio lamento.
Aqui está minha dor

- este coral quebrado,
sobrevivendo ao seu

patético momento.
Aqui está minha herança

- este mar solitário,
que de um lado era amor e,

do outro, esquecimento. 

( Cecilia Meireles )

:: Postado por Dare às 12h54

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Mais tres dias... e outro ano vai nascer!

Que ele nos traga a realização de muitos

de nossos desejos e projetos,

E nos ensine lições de amor

e generosidade entre nós!

(Dare)

:: Postado por Dare às 19h50

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Ganhei este lindo presente da minha filhinha!

O maior bem que alguém pode ter é o Amor!

(Dare)

:: Postado por Dare às 01h00

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:: Postado por Dare às 12h28

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Às vezes me sinto assim...

A caminhar num mundo que

não compreendo...

(dare)

:: Postado por Dare às 21h51

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